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A Sapiens Vita, realiza palestras de conscientização
para os colaboradores, abordando os seguintes temas:
• DROGAS - Como prevenir o uso para ter melhor
qualidade de vida na família, na sociedade e no local de
trabalho;
• Mitos e verdades sobre os efeitos do álcool,
tabaco e drogas ilícitas;
• Fatores de risco para o consumo de drogas
lícitas e ilícitas.
| TABAGISMO: PREVENÇÃO E TRATAMENTO |
| VERSÃO: 2005 |
| CARGA HORÁRIA: 2 h/a |
| INSTRUTOR RESPONSÁVEL: Rogério
João Vassoler – Registro CRP no 06/39614-0 |
EMENTA
O uso do tabaco tem despertado preocupações
na sociedade devido ao conhecimento explicito de suas conseqüências
nocivas a médio e longo prazo e da grande dificuldade
que o fumante encontra quando tenta parar de fumar. A sensação
de desamparo e o medo de viver sem cigarros parece serem mais
fortes que a determinação de interromper o vício,
mostrando que antes de agir é preciso se estruturar.
Parar de fumar é desafiador porque exige da pessoa
assumir uma nova vida com novos hábitos e ter atitudes
evoluídas em relação aos vínculos
que estabelece com outras pessoas e com o mundo. |
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL: Apresentar, segundo a Psicologia,
teorias sobre a base da compulsividade. Discutir a dinâmica
psíquica no processo da dependência afetiva transferida
à dependência do cigarro e demais drogas, reforçando
a opção por recursos saudáveis.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Fornecer conhecimento
para a formação dos multiplicadores em programas
de prevenção ao uso indevido de drogas.
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CONTEÚDO PROGRAMATICO
Desenvolvimento da personalidade; relação mãe
x bebê; processo de individuação do ego;
objetos transicionais na infância; adolescência;
objetos transicionais na adolescência; objetos transicionais
do adulto; diferença entre hábito e vício;
diferentes recursos para parar de fumar; programa para deixar
de fumar. |
MÉTODOS DE ENSINO E INSTRUMENTOS
PEDAGÓGICOS
• Palestra expositiva.
• Diálogo com os participantes: perguntas e respostas. |
AVALIAÇÃO
Freqüência e desempenho. |
Obs. Outros temas podem ser solicitados, sob consulta.
Embora muitos são os estudos e intervenções
que estão sendo realizados, o fenômeno do uso indevido
de drogas ainda se depara com barreiras tais como os interesses
econômicos envolvidos na produção e venda de
drogas (lícitas e ilícitas), a incompreensão
social do problema e a falta de recursos (humanos e materiais) adequados
para o seu tratamento. Ainda são insuficientes as investigações
que abordam a questão em suas múltiplas dimensões,
pois os estudos se reduzem, na sua quase totalidade, a diagnósticos
de situações e investigações sobre a
conseqüência mais dolorosa do uso de drogas: a morte.
Para estimar os custos relativos ao uso e abuso de drogas (lícitas
e ilícitas) em termos de saúde pública, as
pesquisas têm se pautado, principalmente, nos gastos com
tratamento médico, na perda de produtividade de trabalhadores
consumidores abusivos de drogas e nas perdas sociais decorrentes
de mortes prematuras. Já no início da década,
o custo anual estimado nos Estados Unidos era superior a 100 bilhões
de dólares.
No Brasil, os custos decorrentes do uso indevido de substâncias
psicoativas são estimados em 7,9% do PIB por ano, ou seja,
cerca de 28 bilhões de dólares (In: Secretaria de
Estado da Saúde/SP,1996). Destacamos o custo decorrente do
tratamento de doenças ligadas ao uso de tabaco, que corresponde
a 2,2% do PIB nacional. O custo total para o SUS das patologias
relacionadas com uso de tabaco elevam-se é de R$ 925.276.195,75
(Chutti. In Bucher, 1992).
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